O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Facebook pode derrubar o Google?

“A Google vai dominar o mundo”. Certamente, você já leu ou ouviu essa frase em algum lugar. A quantidade de serviços que a gigante das buscas oferece, a confiabilidade do seu principal produto e a posição confortável na liderança de muitos segmentos colocam a Google como uma das principais potências corporativas não só da internet, mas de todo o planeta.

Porém, o monopólio cada vez mais amplo da Google pode estar com os dias contados. A mais nova sombra da empresa de Larry Page e Sergey Brin atende pelo nome de Facebook, a poderosa rede social que, em 2011, pode atingir a expressiva marca de 1 bilhão de usuários, um sétimo da população do planeta Terra.

Embora os objetivos das empresas possam parecer distintos, o modelo de negócio adotado por ambas é o mesmo. Todas obtêm a maior parte de suas receitas graças à publicidade. E, um dos maiores triunfos das duas corporações é o fato de conseguirem direcionar, da forma mais eficiente possível, quem verá exatamente o que na internet.

Mas o que aconteceria se o Facebook decidisse incorporar o papel do Google? Será que a rede social de Mark Zuckerberg é capaz de ser mais eficiente para os usuários, apresentando resultados mais relevantes e precisos, sem que, para isso, seja preciso sair das páginas do Facebook? Ao que parece, o cenário não é tão improvável assim.

Mais um entra na briga

Relevância. Essa é a palavra-chave para determinar quem será ou não bem-sucedido na internet. E em se tratando de sites de buscas, ninguém havia conseguido ser mais eficiente do que o Google até então. Seu algoritmo de busca, aliado a uma série de padrões de indexação adotados pela maioria dos sites, fizeram com que a ferramenta se tornasse referência.

Entretanto, ocupar uma posição de destaque no Google está, aos poucos, deixando de ser a única forma de ganhar destaque. Serviços como o Twitter, por exemplo, ou a ferramenta “Curtir”, disponível no Facebook, podem tornar uma página muito mais relevante e acessada, ainda que ela não ocupe uma posição de destaque nas buscas.

Assim, com uma verdadeira avalanche de páginas tornando-se populares sem sequer passar pela busca do Google, o conceito de relevância ganha outro significado. Em vez de o algoritmo determinar o que deve ser listado por primeiro, o papel de ordenação e visibilidade de um tipo de conteúdo passa diretamente às mãos do usuário.

Para tentar conter o avanço das alternativas ao buscador, a Google decidiu implementar em seu principal serviço o “+1”, uma espécie de “Curtir” que impacta diretamente na relevância dos resultados exibidos na busca. Assim, além do resultado tradicional listado pelo algoritmo, o usuário passar a ser um editor de conteúdo, já que os mais clicados são destacados nos resultados.

Diga-me com quem andas e te direi quem és

Se para um usuário anônimo é possível encontrar resultados bem próximos do que se espera numa pesquisa, imagine o quão eficiente pode ser um buscador que incorpore em seu algoritmo os gostos e as preferências de quase 1 bilhão de pessoas. Por enquanto, não há nenhuma confirmação que o Facebook entrará para valer na briga nesse terreno.

(Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)

Entretanto, a possibilidade de explorar esse grande potencial da rede social estimula não só os especialistas do setor, como também muitos anunciantes. A lógica é simples. Para que você compreenda melhor o poder que uma nova ferramenta de busca que agregue os dados dos usuários pode ter, leve em consideração o seguinte exemplo.

Ao procurar no Google pelo filme “Flores Partidas”, repare nos anúncios que são exibidos na barra lateral. Embora estejamos falando de um filme, o termo “flores” acaba se sobressaindo e a maior parte dos resultados direciona o usuário para floriculturas. É pouco provável que quem está procurando por um filme decida comprar flores. Dessa forma, são menores as chances de venda do anunciante e maiores as possibilidades de você ficar frustrado com a sua busca.

Agora imagine que, além dessa busca, o sistema do Facebook possa cruzar dados pessoais seus e dos seus amigos. Se em seu perfil o cinema é uma atividade de destaque, possivelmente você tenha amigos que também se interessem bastante pelo assunto. Levando em conta isso, é muito mais provável que os resultados de anúncios direcionados exibam filmes em vez de flores como opção de compra. Ou seja, mais eficiência para quem pesquisa quanto para quem anuncia.

Duelo de gigantes: vitória dos usuários?

Com duas empresas gigantescas brigando palmo a palmo por atenção, os grandes beneficiados dessa disputa passam a ser os usuários. Em termos de pesquisa, contar com uma ferramenta ainda mais eficiente do que o Google pode parecer um sonho, mas de fato existe a possibilidade de ele ser realizado.

Entretanto, a maior eficiência nas buscas pode ter um preço alto, e que muitas pessoas talvez não estejam dispostas a pagar: falta de privacidade. Para que uma busca como essa seja possível, é necessário que os dados pessoais das contas dos usuários estejam disponíveis para o cruzamento. Ainda que o processamento seja centralizado nos servidores do Facebook, cada vez mais você se torna uma vitrine para anunciantes e para outras pessoas.

Para quem argumenta que um sistema como esse é injusto, vale lembrar que a participação em uma rede social é opcional e, ao entrar nela, todos estão sujeitos às políticas de privacidade definidas pelo Facebook.

(Fonte da imagem: HTC)

Outro ponto interessante a ser debatido é a criação de uma nova “rivalidade” entre os usuários. Assim como temos as disputas da Apple contra a Microsoft e do Orkut contra o Facebook, é bem provável que a adoção de um sistema como esse possa criar uma terceira via, colocando em lados opostos Google e Facebook.

A briga pode sair dos limites da internet e ganhar também as lojas. Com seus sistemas operacionais, a Google cada vez mais pretende se fazer presente em desktops, notebooks e smartphones, todos vinculando o usuário a uma única conta de email que acaba se tornando peça-chave para acesso total e irrestrito a todos os seus serviços.

Em se tratando de produtos, o Facebook ainda dá os seus primeiros passos no mercado. No início do ano a HTC apresentou dois modelos de smartphone que ficaram conhecidos como “o celular do Facebook”. Rodando Android 2.4, os modelos têm como principal diferencial integração total com a rede social e trazem a marca do Facebook estampada no produto.

O Facebook pode derrubar a Google?

Sim, a possibilidade é remota, mas existe. Entretanto, é pouco provável que uma empresa que detém 90% da fatia de mercado dos buscadores perca, da noite para o dia, sua posição confortável. Um bom exemplo é a guerra dos navegadores. Há alguns anos, o Internet Explorer liderava absoluto, com mais de 70% dos usuários.

Com a chegada de novos concorrentes, como o Mozilla Firefox e o Google Chrome, a participação do IE no mercado caiu, mas nem por isso ele deixou de ser líder ou perdeu a sua influência. Resta saber até que ponto a cutucada do Facebook pode incomodar a hegemonia da Google.

MimoPlug: conheça o menor computador Linux do mundo

(Fonte da imagem: MimoMonitors)

Desenvolvido pela MimoMonitors, companhia especializada na produção de monitores compactos, o MimoPlug é um computador com sistema operacional Linux com aparência bem diferente da convencional. Com um design compacto, o aparelho lembra muito mais um adaptador para tomadas do que um desktop convencional.

A máquina possui somente 4,33” de comprimento, 2,74” de largura e altura de 1,9” e, conectada a um dos monitores fabricados da empresa, constitui um dos menores computadores disponíveis no mundo. Segundo a fabricante, o dispositivo é focado nas aplicados voltadas para a nuvem, podendo ser utilizado tanto para tarefas comuns como uma forma adicional de monitorar redes locais.

Especificações modestas

(Fonte da imagem: MimoMonitors)

O MimoPlug possui um processador Kirkwood Series de 1,2 GHz, 512 MB de memória DRAM e armazena dados em memórias flash com capacidade que varia entre 4 a 16 GB. A conexão com a internet se dá através de uma porta Ethernet convencional, e a fabricante promete desempenho semelhante ao de um desktop convencional durante a realização de tarefas cotidianas.

A novidade está à venda no site da MimoMonitors em diferentes pacotes que acompanham um dos monitores produzidos pela companhia. O preço varia entre US$ 379,99 até US$ 499,98, dependendo do modelo e tamanho da memória escolhidos. Todos as compras acompanham cabos de força, cabos de rede e cartões SD de 4, 8 ou 16 GB que devem ser usados para iniciar a tela escolhida.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

iPhones desbloqueados na Apple Store a partir de quarta-feira



(Fonte da imagem: Twitter de Chronic Wire)
O usuário do Twitter conhecido como Chronic Wire, famoso por vazar informações privilegiadas sobre produtos Apple, postou uma atualização no último sábado (11 de junho), que indica o lançamento de uma versão desbloqueada do iPhone 4. Segundo ele, o aparelho sem nenhuma vinculação a operadoras estará disponível a partir da próxima quarta-feira na loja online da companhia.
As informações obtidas por Chronic dão a entender que os modelos disponíveis virão com os códigos MC603 (16 GB, preto), MC604 (16 GB, branco), MC605 (32 GB, preto) e MC606 (32 GB, branco). Caso o lançamento se torne realidade, será a primeira vez na história da Apple que a companhia disponibiliza a venda de iPhones desbloqueados a partir de meios oficiais.
Segundo o usuário, a companhia também prepara uma reformulação em sua loja online para iniciar a campanha anual “Back to School” (de volta às aulas), que promete descontos em iPads para quem adquirir um MacBook Air.

Nova geração do MacBook Air


Outra novidade que deve surgir em breve na loja online da Apple é uma nova geração do MacBook Air. Segundo o AppleInsider, a companhia deve iniciar ainda em junho a produção de 400 mil unidades da versão atualizada do dispositivo.
Segundo as fontes consultadas pelo site, os novos dispositivos devem contar com a linha de processadores SandyBridge da Intel. O lançamento está programado para acontecer em algum momento de junho, e não se descarta a possibilidade de a atualização programada para quarta-feira também disponibilizar a nova atualização do produto.

Xbox Live será integrada ao Windows 8

(Fonte da imagem: Divulgação Microsoft)

A rede de jogadores que conta com o maior número de usuários nos consoles acaba de ficar ainda maior. Em entrevista com o jornal Seattle Times na última quinta-feira (09/06), o vice-presidente da divisão de entretenimento da Microsoft, Mike Delman, confirmou que a Xbox Live será parte integrante do Windows 8.

Segundo ele, o sucesso de aceitação do serviço disponibilizado no Windows Phone impulsionou a ideia de unificar a Live como a central de entretenimento entre as diferentes plataformas da empresa. Delman comentou ainda que os usuários gostariam de poder navegar no mesmo ecossistema (neste caso, a Live) entre dispositivos diferentes sem perder a familiaridade, e que a Microsoft estará empenhada nisso.

O vice-presidente foi bastante superficial ao especificar que tipo de funcionalidades podemos esperar, mas citou que serviços como o Windows Live e Sky Drive farão parte da rede e que muito mais será mostrado na E3 do ano que vem. Também não foi comentado se a plataforma Games for Windows terá participação na novidade, restando-nos apenas esperar para conferir.

Você sabia que usar um estabilizador não serve para nada?

Pare tudo o que está fazendo e olhe para o seu computador. Responda para você mesmo: onde ele está conectado? A resposta que a grande maioria dos usuários deve dar é a mesma: estabilizador. O equipamento é responsável pela conexão de aparelhos eletrônicos a tomadas na casa dos brasileiros há décadas, antes mesmo de existirem os computadores pessoais.

Isso acontece porque, desde os idos de 1940, o Brasil sofre com a instabilidade na tensão das redes elétricas, o que pode causar problemas sérios aos aparelhos eletrônicos. Mas você já se perguntou se os estabilizadores realmente conseguem estabilizar as correntes elétricas para mandar um sinal limpo aos dispositivos?

(Fonte da imagem: divulgação/Microsol)

O Tecmundo foi atrás das informações para mostrar se a afirmação “Usar um estabilizador não serve para nada” é realmente correta. Aproveite este artigo para tirar todas as dúvidas que você possui em relação aos aparelhos e também para saber se vale a pena utilizar estabilizadores para ligar os seus eletroeletrônicos.

O que prometem?

Quando um estabilizador é comprado, os consumidores estão esperando uma série de vantagens para seus equipamentos. Promete-se aos usuários, que os dispositivos serão os principais responsáveis pelo nivelamento da tensão elétrica (voltagem) da rede. Com isso, picos de energia não afetariam diretamente os aparelhos.

Teoricamente, sempre que a rede elétrica sobe de tensão, os estabilizadores entram em ação para regular a voltagem aplicada a cada aparelho e evitar que eles sejam queimados. Quando a rede baixa sua tensão, o processo ocorre de maneira inversa: ele é utilizado para aumentar a tensão e não deixar que os eletrônicos sejam desligados. Ressaltamos: teoricamente.

O que eles realmente fazem?

Pode-se dizer que os estabilizadores servem para queimar no lugar dos aparelhos. Como assim, Tecmundo? É simples, todos eles são construídos com um fusível de proteção, que é queimado em situações de tensão muito instável da rede elétrica. Quando isso acontece, o estabilizador deixa de funcionar e o fornecimento de energia é interrompido.

Dessa forma, a instabilidade na tensão (possíveis sobrecargas) não chega diretamente aos eletroeletrônicos e estragos maiores são evitados. Fora isso, também se pode dizer que estabilizadores são excelentes extensores de capacidade para tomadas (os populares “Benjamins” ou “Tês”). Isso porque permitem que vários aparelhos sejam ligados em uma mesma tomada, mas sem riscos de curto-circuito (um perigo existente).

Nós contatamos o professor do Departamento de Eletrotécnica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Eduardo Romaneli, doutor em Eletrônica de Potência, para trazer um parecer técnico ao artigo. Ele nos deu várias informações que comprovam a ineficácia dos estabilizadores em redes domésticas no Brasil.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsol)

Segundo ele, atualmente, com o desenvolvimento de fontes de alimentação universais que atuam automaticamente em redes de 127 V ou 220 V, o uso de estabilizadores é desnecessário. O professor pondera também que estabilizadores não têm capacidade para atuar na qualidade da energia elétrica, por isso, as redes com altos níveis de poluição não têm suas tensões corrigidas (inclusive, há casos em que a qualidade do sinal entregue aos dispositivos eletrônicos é inferior ao da rede comercial).

Romaneli afirma ainda que os melhores estabilizadores oferecem tempos de resposta em torno de 8,3 milissegundos, o que ainda é considerado muito alto. Esse tempo de resposta, quando muito alto, pode ser responsável por falhas de funcionamento em aparelhos sensíveis. Outro ponto negativo é a limitação do efeito de estabilização da tensão limitada a alguns patamares fixos.

Dessa forma, fica claro que a real funcionalidade dos estabilizadores está muito aquém do que se espera de um dispositivo eletrônico de manutenção elétrica. Então surge outra dúvida na cabeça dos usuários: existe algo que possa ser utilizado para uma manutenção da tensão elétrica que seja realmente eficaz?

Filtros de linha: um pouco menos de decepção

Filtros de linha são um pouco melhores do que estabilizadores, mas estão bem longe de serem os verdadeiros salvadores. A grande maioria deles não corrige problemas na rede elétrica, passando o mesmo ruído recebido pela tomada para os aparelhos que estiverem conectados. Pelo menos é isso que acontece com os filtros mais baratos do mercado.

(Fonte da imagem: divulgação/Ethereal)

Quem pode gastar um pouco mais encontra nos filtros de linha com suporte para filtragem eletromagnética uma boa opção. O problema é que, no Brasil, esse tipo de componente é raro e a grande maioria dos “filtros” não passa de extensões. Isso acontece porque não há componentes de filtragem, apenas o fusível para bloquear possíveis surtos de tensão (igual ao que acontece com os estabilizadores).

Qual a verdadeira salvação?

Infelizmente, a alternativa que realmente funciona é um pouco mais cara do que estabilizadores e filtros de linha. Estamos falando dos no-breaks. Esse tipo de componente elétrico oferece proteção em quatro frentes diferentes:

  • Proteção contra surtos de tensão;
  • Proteção contra queda de tensão;
  • Proteção contra queda na energia (falta de luz);
  • Proteção contra oscilação da frequência.

Dentro do segmento dos no-breaks, ainda é possível dividi-los em dois tipos diferentes. Os no-breaks offline, que são os mais comuns e baratos, são muito indicados para residências, pois conseguem armazenar energia elétrica em suas baterias para suprir a necessidade por curtos períodos de tempo, além de manter o sinal elétrico estável e limpo.

Já grandes servidores costumam utilizar no-breaks online, que são o que existe de mais completo em termos de prevenção de problemas elétricos. Esse tipo de aparelho está em constante troca de energia, pois alimenta os computadores (por exemplo) com a carga da bateria, ao mesmo tempo em que se recarrega pela energia oriunda das tomadas.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsol)

Segundo o já mencionado professor Eduardo Romaneli, são os no-breaks online que oferecem segurança e estabilidade mais confiáveis. O problema, como já dissemos, são os altos custos para a aquisição deles. Por isso, estima-se que a maioria esmagadora desses no-breaks está instalada para alimentar servidores e centrais vitais para as empresas.

Nota-se, portanto, que em instalações elétricas domésticas é muito mais recomendado o uso de no-breaks offline. Mas isso somente em locais onde a rede elétrica é instável demais, causando surtos de sinal que possam ocasionar estragos nos aparelhos eletrônicos. Em redes mais estáveis, a utilização de filtros de linha com suporte a filtragens eletromagnéticas seria suficiente.

Apple iPhone - Cell Mobile Phone